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domenica 14 maggio 2017

MÃE?


Mãe? Difícil entender porque no ser humano, ao que foi doado o livre arbítrio e a possibilidade de raciocinar, próprio este ser que em algumas religiões é considerado eleito por Deus, é um dos piores educadores dos seus filhos. Falo em particular a uma mãe, mas a sua experiencia é idêntica a muitas, e a todas elas grito a minha raiva. Geralmente acontece nos países subdesenvolvidos, e na America do Sul em geral são todos. Milhares de meninas, que na Europa consideramos pouco mais que crianças, aos doze, treze, catorze, quinze anos se engravidam. Não sempre pertencem a famílias marginalizadas, são simplesmente fruto de uma cultura sexual desequilibrada. Se parece brincadeira que muitos homens fariam sexo mesmo com o buraco da fechadura se ela simplesmente se movimentasse, a verdade é que o sexo feminino não acha desprezível qualquer tipo de ato sexual, tornando-se as vezes mais masculina que os homens. Milhares de crianças nascem por acaso, fruto de bebedeira, de droga, do carnaval, de uma trepada no dia errado. Estas crianças crescem com adolescentes que necessitam adquirir madureza. Se a família é pobre vai ter bem cedo de procurar do que viver, se é abaixo da linha de pobreza vai alimentar as tropas do trafico de drogas, acrescentando raiva  que leva a qualquer tipo de violência. Mas mesmo as que nascem em famílias aonde não falta do que viver, serão de fato vitimas de uma carência de estrutura, pois a mãe-adolescente depois de parir, nos dias e
anos a seguir, vai levar a sua vida, perseguindo sonhos e realizações que pouco compartilham com instruir e ser responsável por um outro ser. Na dificuldade de viver dos dias de hoje, ainda mais em países carentes de uma instrução publica, aonde a corrupção moral e econômica andam de mãos juntas, o que fazer com tantos inocentes? Já os adultos vivem uma realidade sufocante, paranoica, sem legitimidade, sem esperança de melhorias culturais e de desenvolvimento social. Unica perspectiva a embriaguez da sexta feira e do sábado para aplacar a infelicidade. Pois minha pequena amiga confio em você, a oportunidade de ter conhecido outra forma de viver vai ser a luz que iluminará os teus passos, a emancipação passa pelo conhecimento,  fecha a mão em forma de murro, cerra os dentes, nunca mais se faça mal. Você passará a  prova e demonstrará que as trevas da ignorância podem ser debeladas. No dia das Mães não deveria ser necessário lembrar que nenhum filho pediu para vir ao mundo, sendo assim uma obrigação para todas as mães: ser dignas desta maravilhosa aventura.   

domenica 20 marzo 2016

O Brasil necessita ainda de coronéis?


Este pintor italiano de 1400, Giovanni da Modena, descreve maravilhosamente o demonio : desenha uma cabeça na parte inferior a significar que o intelecto do sujeito fica no lugar dos apetites mais baixos. Parece que ele gosta muito dos brasileiros pois tem sempre mensageiros que utilizam o Brasil como um banquete. Imagino seja difícil para quem tem disposição a ler livros de cabeça pra baixo entender "O discurso da casa dividida" de Abraham Lincoln,  ressaltava uma citação do Novo Testamento revelador de como "todo reino dividido contra si mesmo é devastado". Sempre ele esclarecia as tres coisa necessárias para formar uma nação: a terra, o povo, e as leis. Se o ex presidente Lula soubesse distinguir o certo do errado, saberia que em uma democracia todos são iguais diante a Lei. Advogados  com patrocinio gratuito para os pobres, (imagino não seja o caso dele), e varios graus de juízo para se defender, então porque esta correria do atual presidente para tornarlo "ministro"? A falta de culpa se prova nas aulas dos Tribunais de Justiça. Como é jovem a democracia no Brasil, como è antigo e arraigado o coronelismo e o caciquismo! Lula é simplesmente um outro caudilho, com sentimentos de salvador da patria, não se faz o menor problema de pisotear as regras que são validas para toda a população brasileira. Quanta submissão, apadrinhamento, clientelismo, e sobretudo quanta ignorancia. Não deveria existir bandos sediciosos, em risco está a igualdade entre gozadores dos direitos civis. E' muito triste o uso de cargo publico de
politicos no passado e no presente para enriquecer e distribuir favores. Isto é uma boa desculpa para os juízes não investigarem? Como se diz na Italia: "alla buona ora", ou seja era hora que começassem! O primeiro sem duvida vai protestar, mas è assim que existe um INICIO. E com todas as garantias de qualquer brasileiro comum. Além de tudo uma pergunta: um verdadeiro patriota (penso a Tiradentes que deu a vida pela liberdade, um risco que o ex presidente não corre) ao invés de criar turbulencia social e economica e fugir diante das investigações, não poderia ser uma grande ocasião para demostrar ao pais, ao mundo inteiro a propria honorabilidade? A resposta é uma somente, impossível a opção de empate, desta vez estamos longe do campo de futebol.

mercoledì 9 marzo 2016

Operação ALETHEIA


Quem deu o nome a "operação Aletheia", a que apura se as empreiteiras favoreceram o ex presidente Lula por meio do sitio em Atibaia e o triplex no Guarujá, merece ser homenageado pois o significado do vocábulo é "verdade", ou melhor "revelado". Precisamos que seja descoberto o que era ignorado, a corrupção geral que tomou furtivamente de todos aqueles que trabalham  e sempre trabalharam honestamente. Importa pouco o porque esta epidemia alastrou no pais, sem duvida favorecida por um sistema liberticida confundido por liberdade, no qual a  maioria da população se sentiu a vontade de fazer o que lhe agradava. Nao havia cultura, nem sentimento cívico para lidar com a abertura depois de tantos anos de regime militar. O passado remoto era nas mãos de exploradores: latifundiários ou extrativistas; aquele recente  de uma industrialização concentrada no triangulo Rio-Sao Paulo-Minas, cidades com melhores infraestruturas e menos analfabetismo. Assim a falta de investimentos, sobretudo no Nordeste e cidades menores, criou uma migração maciça, promovendo uma assustadora favelização e criminalidade. Quando a percentagem de população indigente e de baixo nivel cultural è muito alta, è fácil manipular o processo democratico em um pais emergente. Muitos estavam cansados de ver como normalidade a desigualdade social, como era ainda arraigado o conceito de capitanias e potentados, por isto foi deslumbrante pensar em uma alternativa vinda de baixo para cima. Aos amantes do Che Guevara e do Fidel Castro è bom lembrar: - o primeiro era um escritor e medico; o segundo nasceu em uma familia rica, estudou em colegios jesuitas e se formou em direito. A humildade e a simplicidade são características excelentes para santos e mártires, não para entrar em um parlamento e governar uma nação. A referencia principal è instrução, saber lidar com os demais lideres do planeta de igual para igual, e podemos imaginar o "divertissement" (o divertimento) desde quando começou esta nova Era, movida por demagogos improvisados. Por isto "aletheia" è
importante, ilustra a essência da formação com a alegoria "do mito da caverna" do filosofo Platão, ou seja a diferença que passa entre a realidade e o perceptível. Sim è necessario que muitos brasileiros acordem, aqui não é uma disputa do campeonato de futebol. Encontrar politicos honestos é procurar uma agulha no palheiro  e merece o esforço de toda a comunidade, se continuamos divididos e facciosos quem vai ganhar o jogo serão os que trabalham para si mesmo. O filosofo grego explicava assim: - se algumas pessoas fossem aprisionadas desde pequenas dentro de uma caverna, além do corpo preso também a cabeça e o pescoço, e  por isto forçadas a observar somente a parente da frente, qual realidade veriam se atras deles tivesse um muro, mais no alto uma grande fogueira, e no meio desfilassem homens levantando objetos, plantas, pessoas, animais? Os modelos iriam projetar sombras, e se elas falassem os prisioneiros acreditariam no que estavam enxergando e escutando, ou seja nas "sombras conversadeiras". Se um deles fosse libertado a primeira impressão seria de dor, pois seria deslumbrado pelo sol, e depois mesmo que alguém mostrasse os objetos e a fogueira ficaria na duvida. Saindo da caverna com o tempo entenderia e voltaria para livrar os outros prisioneiros. Estes, com toda a explicação dada pelo velho companheiro, não acreditariam pois ele quando entrou na caverna ficou cego pela diferença entre a luz e a escuridão, e o medo seria tanto que eles o matariam ao arriscar de sair. Eis a dificuldade em descobrir a realidade. Acreditar em falsas crenças para muitos è melhor do que aventurarse no desconhecido, porém com a violencia e a miseria moral e economica do Brasil, o risco è inferior a continuar nesta dramática situação. Aletheia!

http://www.basta-bastou.com/2015/11/exploracao-e-violencia.html
http://www.basta-bastou.com/2015/10/brasil-chegou-hora-de-levantar.html

mercoledì 10 febbraio 2016

Coitado do jeitinho brasileiro


E' necessário apontar que um malandro de Nápoles jamais roubaria nada de um malandro brasileiro, pois seria como roubar a uma criança. Deixamos de lado a ideia que "o jeitinho" seja sinônimo de esperteza, é simplesmente o desejo popular de flexibilidade perante as regras. Não vamos usar a História para explicar este costume puxando para a dança, que o Brasil era uma sociedade hierárquica, e com a chegada da democracia muitos não aceitaram o princípio de  que todos são iguais, querendo continuar a ter privilégios pessoais. Isto porque todas as sociedades eram assim! Em países não isentos de corrupção política, é práxis não querer pagar impostos, comprar produtos piratas, usar vale alimentação para fazer despesa de casa, pegar bico para aumentar a renda. Porém não em todos, as pessoas vivem enjauladas por tamanha violência, com um sistema sanitário, escolástico, social, que nada tem a ver com uma sociedade civil. O que falta no Brasil é simplesmente cultura, informação, abertura para o mundo. Pagamos por complexos não resolvidos, por não saber lidar com pessoas vividas, por incapacidade de inventar, transformar, copiar melhorando as coisas lá de fora (como já fizeram os japoneses). Quando alguns anos atrás um presidente falou que no pais não rodavam carros mas carroças, muitos se ofenderam. Aquilo era uma evidencia, uma realidade para todos que viviam no exterior!  As industrias “nacionais” usavam tecnologia velha, poupando dinheiro com inovações, e como ninguém era informado, todos achavam ótimo e maravilhoso. E’ o que ainda acontece com muitos
eletrodomésticos, são caríssimos e uma lava roupa por exemplo, perante uma estrangeira parece com a dos Flintstones, ou seja, temos muita mercadoria obsoleta e com preços altíssimos. Muitos erguem o peito achando também que o otimismo, "o pensamento positivo", seja uma característica favorável,  sem duvida é para quem está a beira do suicidio, da depressão, para os demais é uma bola de ferro no tornozelo pois alimenta o fatalismo, o deixar pra là, que permite aos espertos de chegar em frente, tornando-se primeiros até no governo de um estado, o de uma nação. Quando se tem conhecimento dos proprios direitos é imprescindível nao arredar pé. Muitos comentam a atual falta de educação, honestidade, integridade, filhos do permissivismo que nada tem a ver com a liberdade. Aos poucos, um passo por vez "o deixa pra là o que que tem" gerou um monstro dificílimo de combater, um anarquismo que repercute na vida de todos  pois parece fácil no começo dispensar regras que nao agradam, mas se cada um no seu canto fez o que fez, agora para dar o primeiro passo de volta vai ser arduo encontrar voluntarios. O Brasil  esta  entre os primeiros países do planeta em relação a violencia, dar conta disto com "fatalismo" é coisa de louco;  a corrupção  é  endemica, sustentada por uma multidão de pobres a espera de piabas, alheios ao que seja uma sociedade civil, eleitores fáceis de manipular. O "jeitinho" nao vai dar conta, è necessario um pacto social para repor o "trem" no  trilho, caso contrario  preparem se a um suplicio lento  e inevitável. 

venerdì 20 novembre 2015

Exploração e violência


Tudo começou assim! Os índios em troca de quinquilharias cortavam a madeira, o pau brasil. Passaram os seculos e as pessoas estabelecidas no território que chamamos Brasil, se tornaram independentes do Portugal, achando o imposto, o quinto, muito alto. Nada a ver com ideais, com liberdade, amor a terra, com trabalho e consciência  civil, simplesmente vontade de aproveitar mais das "explorações", e concentrar riqueza entre poucos. Não devemos fazer um tratado de psicologia, mas estabelecer o que passa na nossa cabeça para colocar em um cantinho o que vemos todos os dias, sem conseguir mudar os hábitos. Tem sem duvida a ver com a posição, a 58°, do sistema educativo brasileiro na classifica dos países industrializados (OCSE). Se nos vangloriamos de estar entre os primeiros pela industrialização, eis que na "Relação sobre o desenvolvimento humano" da ONU de 2014, ou seja no estudo que considera expectativas de vida, educação e renda per capita, o Brasil esta no 79° lugar. Triste pensar que em outra classifica do FMI de 2013, que reflete a participação dos habitantes no produto interno bruto, ou seja a paridade do poder de compra per capita, estamos no 76° lugar, tendo na frente o Chile no 53° e a Argentina no 54°. O filme  passa durante a nossa vida de brasileiros, parece em língua estrangeira e sem subtítulos, vemos as imagens sem entender o que acontece. Muito simples : como escrevia muito
tempo atras o filosofo inglês Thomas Hobbes, o ser humano é agressivo e anti social por natureza, por desejo e ganancia mata seu semelhante sem nenhum problema. Para coexistir é necessário um pacto social, ou seja eligir representantes de seus interesses, e colocando dentro a perspectiva do Brasil: a muitas décadas faltam pessoas atentas ao moderno sistema de vida. A maioria dos ricos, ou do poder politico que a sua vez cria riqueza para si, é ignorante, enxerga somente o dinheiro na própria carteira. São assim burros de viver em constante perigo, na ausência total de segurança pessoal, rodeados por miseráveis, incapacitados de conviver com uma maioria digna, sem a menor chance de tratar uma pacificação nacional. A exploração desenfreada não é somente dos recursos
naturais, evidente o caso da Vale em Minas, quanto a falta de sensibilidade causada pela aridez de um viver sem rumo, sem visão de futuro, que é tipica de uma sociedade "mordi e fuggi" (morde e foge), ou seja da uma mordida sem pensar responsavelmente pelo amanha. Por onde começar? Duas coisas são fundamentais para viver civilmente: educação e segurança. Indispensável é ter a barriga cheia, isto é imprescindível. Até agora todas as politicas foram demagogas, que interessavam uma parte da sociedade, ou para afirmar poderes existentes. Um problema relevante é que uma quota muito grande de população brasileira vive em condições de extrema pobreza material e de ideias sobre si e os demais. E' obrigatório para qualquer politico explicar qual o seu programa em relação a estes temas, propósito e realização. Um exemplo: um menor que não pode contar com uma família,  deve ser obrigado a estar dentro de uma escola; será o Estado a se encarregar da comida e quando necessário de um alojamento, organizando colégios fechados. Isto vai tirar crianças e adolescentes da estrada, evitando que os pais aproveitem de bolsa família, acrescendo bocas, sem efetivamente dar condições dignas aos filhos. Quem não tem vontade de estudar, a partir dos 14 anos, que aprenda um oficio; todas as sociedades precisam de operários, bombeiros, eletricistas, pedreiros, camponeses, cabeleireiros, barbeiros, e outros trabalhos. Não todos devem ser formados. Agora deve sair da cabeça de muitos brasileiros que a riqueza se conquista rapidamente, ela é fruto de trabalho, não de abuso da boa fé, ou de uma situação. A ignorância, que muitas vezes nada tem a ver com o analfabetismo, é ter a vista curta em relação a vida; o melhoramento social é fruto de uma ação coletiva, de afinamento que traz uma sensibilidade pelos demais, e uma harmonia que gera consciência ambiental. O Brasil não tem saída, estamos fora do limite: desflorestação, escassas reservas de água, poluição,  desfrutamento do solo, estamos vendo o retorno do consumo desenfreado dos recursos, dos quais não somos proprietários mas fruidores. Quando observamos uma criança temos de pensar, se por acaso estamos roubando o futuro dela. O sentimentalismo idiota que permeia a nossa cultura é inútil e a bom mercado, seria bem melhor cada um fazer o seu  "para casa". 

domenica 20 settembre 2015

BRASIL chegou a hora de levantar




BASTA não é mais possível continuar desta forma, ou então será necessário tirar a faixa com “Ordem e Progresso” da nossa bandeira, pois assim é piada. Na Europa é de péssimo gosto escrever uma opinião ou contar um fato personalizando, tudo deve ser feito em terceira pessoa para não ser condenado de parcialidade; ao contrario no nosso Brasil somos mais instintivos e o formalismo foi abandonado a muito tempo. Eis o motivo de apresentar ideias traçando-as com a minha experiencia de vida. Trazida para a Europa uma criança em 1970, mesmo sendo por metade de sangue italiano, a Itália sempre foi para mim um exílio.  Inegável escrevo e falo um excelente italiano, ao contrario tenho problemas com a minha língua materna. Aqui educação e modo de viver são muito diferentes do meu conceito, mas as vezes pergunto se ainda existe no Brasil o que me ensinaram quando pequena. Tive porém a oportunidade  de estudar e lidar com pessoas de ótimo nível intelectual, sendo que aqui desde o começo do seculo passado todos tiveram garantida uma escolarização publica de ótimo nível. Vivendo entre os dois países sempre observei a situação do Brasil, como quem olha a “banda passar”. Pecado que a banda, acredito a mais de 50 anos, esta completamente fora do ritmo. Certamente o jeitinho brasileiro, o deixa pra la, ajudou muito a determinar e marcar o momento presente. Com o fim da ditadura a camada privilegiada e mais culta, delegou os políticos dando carta branca, não quis sujar as mãos e  perder tempo com diatribes parlamentares. Quem pegou cargos políticos? Raros idealistas; pessoas já envolvidas em grupos de influencia  interessados em negociatas,  esquerda ou direita não fazia grande diferencia; famílias depositarias de poderes  a  "titulo de capitania ou coronelato" mesmo em época pós-colonial. Impressionante a falta de visão dos que achavam "entender de gente", poi o Brasil sempre teve uma riqueza imensa, ótimo motivo para acrescentar a cobiça dentro e fora do país. Aconteceu nada mais, nada
menos que depredaram, exploraram, no entanto que a maioria tocava a viola. Resultado em 1965 a população era aproximadamente de 84 milhões, agora mais de 200 milhões; para ter ideia no mesmo período que o Brasil aumentou de 150%, nos Usa aumentaram de 60%! Isto significava para qualquer governo, com um minimo de logica, um plano econômico que suportasse educação, saúde, desenvolvimento. E' tanta a ignorância de não perceber o resultado desta miopia, que quem tinha algo a perder,  começou a construir jaulas ao redor de si. Em poucos pensaram que se estava ultrapassando um limite inavaliável. Os políticos como no futebol criaram times, nos quais o povo se desabafa,
pecado que os problemas continuam. Ao mesmo tempo depauperaram a riqueza do pais, pessoalmente, ou com escamoteação, e como os três macaquinhos intercambiam: não vejo, não escuto, não falo, depende do turno. O que fazer? Quando a casa é muito suja precisa chamar uma faxineira dos antigamente ou em termos de modernidade uma empresa de limpeza, para dar uma GERAL. Todo mundo deve sair, precisa começar azerados. Uma população imensa deve pensar como em clima de emergência, quando cada qual deve colocar as mãos na massa; significa que dependendo das qualificas cada um servirá, começando da cidadezinha pequena até Brasilia. Chamar o contador de provada honestidade para gerenciar a administração do vilarejo, coadjuvado por donas de casa que saibam fazer as contas para chegar no final do mês.  Nos Ministério econômicos, super dotados professores com ideias não conformes, que sejam obrigados a achar juntamente a solução melhor. Aproveitamos dos meios de comunicação de massa, que todas as reuniões sejam "ao vivo", o povo poderá ver como atua um senhor em relação a outro. Isto deve ser copiado em todos os ministérios e administrações. A corrupção é imensa e não existe outra saída. Aqui fora não existem santos, quando escutava falar nos mercados emergentes, no Bric tinha calafrios. Sempre desconfiei, provavelmente porque  "bric-à-brac", em francês é referido a mercadorias de baixo preço vendidas nos mercados de rua, e aquele B inicial era o do Brasil. Tenho certeza que nada é de graça, a incompetência demonstrada pelos políticos brasileiros levou a que vendessem e contratassem por minúcias o nosso patrimônio e dos nossos filhos. ACORDA BRASIL! 

lunedì 14 settembre 2015

Ladrões e Jubileu





Vamos tentar compreender o momento politico, como chegamos a isto, sem cair em tentações de torcedores de um lado ou outro. Tem muito a ver com roubalheira e corrupção, sentida na população desde o Brasil Império. O que muda é a proporção. Alguém começa a notar que o Quinto pedido pelos portugueses era bem pouco em relação aos Dois Quintos de agora. Provavelmente sem a Inconfidência nascida para abolir o imposto, hoje estaríamos ao lado do Portugal debaixo da sombrinha do Mercado Comum Europeu. Aquela Europa sonhada por milhões de pessoas que arriscam procurando chegar com barquinhos ou a pé, esperando começar uma vida digna, com segurança e bem estar social e econômico. Mas a historia não se faz com o SE! Lembro um velho tio que dava a culpa dos problemas da sociedade brasileira, causada dizia ele, pelo instinto predatório dos habitantes, era o DNA dos primeiros colonizadores, que doaram aos que vieram em seguida o esquema, não de construir mas de explorar. Com o fim da ditadura militar, a população teve como uma embriaguez por excesso de liberdade, não sabendo manusear este bem tanto precioso. Faltava cultura, faltava senso cívico, faltava identidade. Depois vários anos de um banho-maria econômico, de processos educativos e sociais que procediam a passo de tartaruga, em um mundo que viaja acelerado, muitos acharam um espetáculo dar um poder imenso a uma pessoa sem arte nem parte, sem cultura, pobre de fato e de espirito. No mundo aqui fora, deve ter sido uma brincadeira divertirse com a turminha. Para os que não conhecem a  lenda do Robin Hood è bom lembrar que ele é um dos
mais populares heróis   da Inglaterra, lutou para ajudar os pobres a sobreviver no meio de tanta desigualdade; fiel do legitimo herdeiro da coroa inglesa Ricardo Coração de Leão, ele combateu contra o usurpador João Sem Terra que empobreceu a população pedindo impostos sempre mais altos. Porém ele era um nobre, na época significava uma pessoa que possuía capacidade intelectual e possibilidade econômica para saber lidar com os enganos, derivados da falta de recurso. Fora dos dentes significa que é inverosímil uma pessoa sem comida, na frente de um suntuoso banquete, não ter depois uma indigestão. Seria maravilhoso acreditar que uma pessoa sem casa, tendo a possibilidade, se conforma com uma digna,  e não com um palacete. Isto para futura memoria. Agora é importante saber que o bem estar econômico e a instrução impedem a origem de uma sociedade organizada hierarquicamente, que baseá  o seu poder na pobreza e na ignorância. O que impede gostar de um Jubileu da Misericórdia, é a falsa ideia crescida ao redor da frase "Bem-aventurados os pobres de espirito, porque deles é o Reino dos Céus", estes pobres de espirito são os cientes dos limites do ser humano, quem não é avido, quem consegue se livrar do supérfluo. O que apavora é o acomodamento, a aceitação da injustiça como algo que eleva ao céu. Disto não precisamos porque è o que tivemos por muito tempo.

martedì 25 agosto 2015

Países emergentes afogados pela onda do URSO





Era assim bom quando reinava o Touro, os títulos subiam e em tantos gritavam ao milagre econômico. O tempo da falsa ingenuidade para alguns acabou, caímos na mais pura realidade. Teríamos todos que odiar o fanatismo, seja de onde vier: religioso, politico, desportivo. Muitos preferem ser sepultados com as ruínas do telhado sobre  a cabeça que escutar o barulho das  trincas. Aconteceu o que devia acontecer: em 2008 com a falência da Lehman Brothers, os Bancos Centrais, a Federal Reserve, a Banca da Inglaterra, do Japão, da Comunidade Europeia bateram moeda e jogaram no mercado. E' assustadora a quantia total de dinheiro do balanço  destes bancos nos últimos seis anos, se estenderam de 7300 bilhões de dólares, é o 10% do produto interno bruto de todo o planeta. Serviram  para reduzir os interesses e evitar a deflação nesta área, porém quem vai pagar o pato serão os países emergentes, que pegavam financiamentos com baixo interesse. Para muitos governantes este dinheiro parecia cair do céu. Pecado que sobraram somente eles para acreditar em Papai Noel. No caso do Brasil, a Petrobras, a Vale e outras se encontram com débitos em dólares, imaginem agora que as taxas de juros voltarem a aumentar, que delicia! Cada desvalorização da moeda faz com que o debito seja mais pesadinho. Se a China era um ótimo
comprador, ai de nos com a situação na qual se encontram, nesta pesada hora eles vão lamber as feridas e serrar as portas. No Brasil o que foi feito com tanta demagogia e com imensa roubalheira, não era fruto de modernização, esforço produtivo, escolarização,  mas de um circulo vicioso: deram um peixinho para uma multidão de pobres que tiveram rapidamente acesso a compras compulsivas, e não será sem dor voltar para trás. O sólito grave problema da nossa sociedade, governo e oposição são grandes culpados, e não existem inocentes. Precisamos imediatamente de uma turma nova de políticos, que nada tenha a ver com os de sempre. Saim das universidades professores e estudantes a sociedade brasileira precisa de vocês, de outra forma não haverá futuro.

venerdì 3 luglio 2015

Que horas ela volta?- E' arrivata mia figlia!



Por alguns instantes pensei na mais famosa Cinderela, quando acabei de ler um artigo ontem no mais importante jornal italiano "O Corriere della Sera", sobre o filme "Que horas ela volta?" com Regina Casé. O jornalista conta que a atriz foi premiada pela parte de Val, no Festival de Sundance, e que o filme será apresentado agora nos cinemas italiano. Já a tradução modifica o titulo que de pergunta passa a exclamativo, afirmando a chegada da filha, ao invés do pedido de conhecer as horas de volta. O artigo coloca em letras grandes, abaixo de uma foto de Jessica, esta frase: - se uma jovem rebelde na piscina, quebra os velhos equilíbrios sociais. Daqui a analise de um duplo retrato do Brasil, aonde as novas gerações (os filhos dos pobres) pedem os mesmos direitos dos mais ricos, da contraposição entre uma nação arcaica e uma moderna. Vamos dizer que o filme é o mexido pobre, do mais famoso "Sabrina". Em 1954, a atriz que encarou a parte da filha do motorista,
de uma família rica americana, que volta dos estudos na França, transformada em uma moça de alta classe, foi Audrey Hepburn. Para quem lembra, nos anos '90, teve um remake  com Julia Ormond e Harrison Ford. O critico italiano conta a historia da Val, domestica que é também  mãe "putativa" do Fabinho, filho de um rico casal paulista, que foi obrigada pela miséria a trabalhar longe, para manter a filha. A chegada da moça para acabar os estudos cria uma convivência difícil, sobretudo porque ela não respeita as regras classistas: o patrão quer dar em cima, consegue a antipatia da patroa por isto, e além de tudo ela não é mansa como a mãe, etc. Tudo bem, achamos excelente quando se fala  do Brasil fora do protótipo, quando não tem nada a ver com mulheres nuas e fáceis, futebol, ou assassinatos, porém poderíamos fazer melhor? Sim, sem duvida, mas falta cultura e coragem  para mostrar uma nação que é meio continente, com uma humanidade dentro os problemas cotidiano que é ainda invejável. BASTA BRASIL, acorda. Vivemos de complexos, estado de inferioridade, os jovens precisam  bater os olhos fora, sem medo. Se falta possibilidade econômica, os meios de comunicação oferecem oportunidade a todos para sair de casa, ficando sentados. Assim aconteceram as "primaveras árabes": vendo através internet o mundo de fora os jovens provaram se rebelar, tudo bem foi um falimento, mas eles guardam na memoria uma realidade diferente, e esperam tempos melhores.  E cade os nossos jovens? 

giovedì 28 maggio 2015

CORRUPTOS E CORRUPTORES




A corrupção é sentida de modo diferente em relação
ao período histórico, ao pais e a cultura de referencia, é e sempre foi universalmente desconhecida como ato positivo. O filosofo Platão, no livro a "Republica", propugna que fosse proibido aos políticos manusear ouro e prata, chegando a dizer que era correto que eles se alimentassem em comedores comuns. Esta ultima me da até vontade de rir, mas seria ótimo obrigar a classe politica (mundial) de  seguir o mando. O limite que diferencia uma amigável troca de favores em prostituição, ou corrupção, é muito incerto. A palavra interesse (inter-est = o que esta no meio), parece não ajudar, ou melhor atrapalha a situação. Porém indica uma medida que pessoas com senso de comunidade poderiam seguir, tendo vontade de colaborar para o bem da pátria, e capacidade de reconhecer as necessidades dos outros,  em troca recebem visibilidade em um campo, aquele politico, que em todas as latitudes é super lucrativo. O barão de Montesquieu (1689-1755), filosofo, histórico, jurista francês, inventor da teoria da separação dos poderes, escreveu que o fundamento de uma boa republica, antes de boas leis era a virtude do próprio cidadão. Ele nos explica que existe uma ligação
muito estreita entre a moral e a politica; as mudanças no antigo sistema de deveres e virtudes dos antigos Romanos, alma daquela sociedade, deflagraram em corrupção. Segundo ele o individuo e a comunidade vivem em uma relação de reciprocidade, e quando decai este acordo, quando   as pessoas perseguem outra finalidade, respeito a finalidades gerais e comuns, se determina a nível politico e social uma verdadeira e própria "desarmonia", chegando a falar de "doença" da alma humana. Se verifica quando se justifica qualquer meio para obter um bem estar, quando se tira de alguém um beneficio. A "doença" é terrível porque para insinuar, utiliza exemplos danosos, blandimento das normas. A corrupção é afinal perda do sentido de justiça, fundamento da vida moral de cada um e da sociedade. E' a virtude moral  que leva ao bem geral, ao contrario o luxo no seu sentido mais amplo, corrompe porque leva a desejos sem limites, a uma excessiva necessidade de prazeres, endereçando o individuo para o interesse particular, e para pular as normas. Pois ai esta uma reflexão: - verdade que os políticos cada dia estão mais corruptos e corruptores, porém a nossa sociedade me parece bem representada,  tem uma leveza intelectual, e um mero requerimento de coisas de pouca conta, que afinal é fácil aceitar o dia a dia, de consequência os representantes parlamentares são simplesmente a outra cara da medalha.

mercoledì 20 maggio 2015

Falta de IDENTIDADE

                       

 
Sabemos que o  homem é fruto de um processo evolutivo, a pré-história termina 5500 anos atrás com a invenção da escritura. A historia humana que segue, no Ocidente é dividida em quatro épocas: - a idade antiga (3500 a.C. /476 d.C.) compreende a idade do bronze, a idade do ferro e a idade clássica que termina com a caída do Império Romano do Ocidente; - a idade medieval (476 d.C./1492 d.C.); -a idade moderna (1492 d.C./1789 d.C.) começou com a descoberta da América e terminou com a Revolução francesa; - a idade contemporânea (1798/tempo presente). O conceito de identidade nacional nasceu quando as pessoas deram preferencia a colaborar, falar e construir vínculos dentro do próprio grupo. A globalização, termologia surgida com os economistas, é um processo de interdependência econômica, social, cultural, politica e tecnológica. Os efeitos, negativos ou positivos que sejam, terão repercussão planetária, uniformando o comercio, as culturas, os costumes, as ideias. Tendo uma visão utopista poderia parecer uma boa coisa, porém como diziam os antigos "Homo homini lúpus" (O homem é lobo para o homem- Plauto), quando os homens enlaçam amizades ou sociedades, regulamentam as relações com leis por medo reciproco. No estado natural, quando não existem leis (ou religiões) cada individuo é movido pelo instinto, o que faz?
Danifica os outros, ou simplesmente procura eliminar quem é de obstáculo ao seus desejos. O filosofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), afirmava que a natureza humana é egoística, a determinar as ações do homem é o instinto de sobrevivência, a violência, o abuso. O pessimismo de Schopenhauer, e de pensadores anteriores e posteriores, nasce desta constatação, e nem a passagem de Jesus deu um jeito. Algumas nações jovens, sobretudo de cultura anglófila, colocaram ao centro da própria constituição o poder econômico, as relações ao interno da sociedade é fundada no dinheiro, para obter o bem-estar, vale tudo. E' interessante notar que o bem-estar na visão da multidão, é generalizada por propagandas sempre mais sofisticadas, criando um povo de ovelhas domesticadas. Em muitos filmes assistimos representações de casas grandes, confortáveis, de pessoas que tomam café da manha em pé na frente de uma geladeira, bebendo diretamente de uma garrafa. Muitas vezes batem no liquidificador coisas pouco identificadas,  que surtem um que de alieno.  O tempo é corrido e as relações pessoais passam ao ultimo lugar, mas não tem problema é só marcar um horário com o psicólogo. Chegamos a uma conclusão, é isto que desejamos para o Brasil? Até os anos 70,  as famílias eram grandes,  na maravilhosa diversidade do pais, cada qual tinha uma própria identidade e a conservava sagradamente. Era possível pular de uma em uma para conhecer as diferenças, eram solidas e fundamento para uma educação que incluía. O que temos hoje? Somos a bruta copia do nada. Querendo ser "modernos", jogamos fora a água da bacia com a criança (nos). A falta generalizada de identidade e cultura na sociedade, produz uma classe politica da pior espécie, pronta a vender o pais (se já não foi vendido), e como na corrente da vida, cada anel que pula é um menos na educação, na saúde, na segurança, no "bem-estar". O que fazer? Precisamos recuperar os nossos rastos, não aceitar as copias falsificadas, bem melhor uma coisa simples que ser tomados pelo nariz  com uma reprodução de péssima qualidade. Muitos sorriem, lendo sobre os índios que vendiam qualquer coisa em troca de um espelho, pois é o que fazemos, cancelando as nossas origens e modificando os hábitos, perseguindo modelos televisivos e sendo transportados pela onda propagandeada como moderna. O caminho para mudar os hábitos é lento, a rapidez é possível somente com a domesticação.

venerdì 1 maggio 2015

Porque começar o 1° de Maio........

Sou por natureza uma otimista, quando vi o "spot" publicitário do EXPO de Milão, achei ele muito bonito. Os primeiros sentimentos sentidos foram: olha a maravilha que nos proporciona este planeta Terra. Quantas populações, quantas culturas, quantas magnificas diversidades. O rosto das pessoas que se encontram no "spot" são bonitos, a arquitetura dos pavilhões de cada nação são a melhor expressão deles. Estão presentes 145 países, o tema "Nutrir o Planeta, Energia para a Vida" parece que saiu de um livro de fabulas. Imagino a felicidade do primeiro visitador comum, provavelmente o primeiro de 20.000.000, que entrou hoje as 10.00 da manha..... Milão esta em festa. Ontem a noite Andrea Boccelli deu inicio ao Expo com um concerto na praça da Catedral. Ao meio dia o Papa Francisco fez um discurso em direta, um desfile de políticos (Deus nos livre) rindo com a boca aberta até as orelhas, estilistas como Armani, desportistas e o melhor que proporciona a sociedade italiana esteve presente. As 18.00 horas os sinos da cidade vão tocar e nas varandas da Catedral vai ter um concerto. No Teatro La Scala  vai estar em encena  "Turandot" de Puccini, que será transmitido aos
prisioneiros da cadeia San Vittore de Milão. O regista Ermanno Olmi fez um documentário de doze minutos "O planeta que nos hospeda" que será transmitido todos os dias no espaço Slow Food Theater no Expo, lembrando as riquezas e as misérias do nosso planeta. Pois é, isto que no final me faz pensar.... a quantas misérias, e quantos miseráveis. Este planeta jamais vai dar conta da população que cada dia aumenta, pede comida e bens, muito dos quais fúteis. Para lidar com esta necessidade poluição, desmatamento, e a consequência que deriva só poderá trazer destruição. Inútil brincar de roda-roda, é necessário uma politica mundial de controle da natalidade, uma escolarização que dentro das varias matérias considere a preservação da natureza, e o respeito de todas as espécies. A vida neste planeta, como na vida de cada um de nos, é um pequeno anel de uma corrente bem comprida, e se não queremos interromper antes do devido temos que modificar de vez este percurso.

EXPO

EXPO,  vamos ver o que vai sobrar da "Carta de Milão", a ideia é excelente, tudo esta a ver se sairá  do papel. Todos os visitadores da exposição podem assinar este manifesto, traduzido em 19 línguas, será entregue em outubro ao secretario da ONU, Ban Kimoon. Os que assinarem estão de acordo a sensibilizar a população mundial ao direito de todos, a uma alimentação sadia e segura. Os entusiastas definiram esta "Carta" um protocolo de Kyoto da alimentação. Muito bem até que queremos viver no mundo das fabulas, porém do protocolo de Kyoto, a maioria dos países fazem confetes de carnaval. Na realidade não existe nada de mais impossível, uma população com crescimento exponencial, que precisa para viver de agua e alimento, quando esta de barriga cheia necessita de produtos industrializados (começando pela televisão, celular, automóvel), poderá viver nos 510.072.000 Km2 do nosso planeta, sendo que a maioria são oceanos? Nossa pequena experiência de brasileiros demonstra o que aconteceu nos últimos 500 anos, graças a descoberta de Cabral...... Até os anos '70 a população não chegava a 100.000.000, em 40 anos mais que dobramos. Sem duvida maus governos não ajudaram um correto desenvolvimento, porém não vão descer anjos para nos sustentar no futuro. BASTA de bobagem, de conversa fiada, o futuro se não baixar um esclarecimento geral vai estar nas mãos dos mais fortes, todos os outros miseráveis ou carne para canhoes.
EXPO, vamos falar um pouquinho do que observamos desta manifestação. Sabiam que as cadeiras do restaurante do pavilhão Brasil são ideadas por diferentes artistas e as luminárias são realizadas pelos indígenas Yawanawà? Não podíamos esquecer dos Romanos.... A avenida principal no Expo se chama "Decumano", em recordação a estrada que corria em direção leste oeste nas cidades romanas. O Pavilhão Zero é dividido em doze locais que contam o progresso: a passagem da pescadores e agricultores, a sociedade "desenvolvida", consumista,  e o desperdiço que  acompanha este caminho moderno. O interessante é que a rica Suíça parece a mais preocupada com a escassez: dentro do seu pavilhão estão quatro enormes silos com alimentos, o visitador poder pegar o que quiser, sabendo porém que se não tiver consciência dos demais, os que vierem depois estarão com as mãos vazias....